FHC abre a boca para dizer!!!!!
“........... Precisa ver se a pessoa inspira confiança. Precisamos de gente competente, que não roube e que inspire confiança " ,
Na entrevista a Revista Bundas ( Ziraldo “ Eu fiz a revista Bundas para fazer uma brincadeira com a revista Caras” )nº1 em 18 de julho de 1999, o Advogado, Jornalista e Político Barbosa Lima Sobrinho que afirmou:
“O pai de Fernando Henrique, general Leônidas Cardoso, e o tio, general Felicíssimo Cardoso, eram nacionalistas.
Seu pai, eleito deputado federal com o apoio dos comunistas - que estavam na ilegalidade - desempenhou seu mandato na Câmara inspirado em ideais nacionalistas.
O filho, atual presidente da República, não honrou o nome do pai nem a tradição da família. Empregou o genro numa agência empenhada numa política declaradamente anti-Petrobrás.
Gostaria de contar uma história:
Em 1968 houve uma reunião da Campanha Nacional de Defesa da Amazônia na casa do general Felicíssimo Cardoso, presidente da comissão, tio do atual presidente. Participavam Henrique Miranda, hoje diretor da ABI, o general Carlos Hesse de Melo, Os professores Alvércio Gomes e Orlando Valverde e a geógrafa Irene Garrido. Todos foram testemunhas. Discutia-se a redação de um documento de defesa da Amazônia e Henrique Miranda sugeriu que se mandasse o texto para Fernando Henrique, em São Paulo, para que ele o divulgasse e colhesse mais assinaturas. Aí o general Felicíssimo disse: "Pode mandar, Miranda, mas este meu sobrinho não é de confiança". Concordo com a opinião dele, disse Barbosa Lima.”
General Felicíssimo Cardoso 1887 – 1977, foi líder da corrente nacionalista do Exército, carinhosamente apelidado de General do Petróleo. Queria preservar o que considerava as maiores riquezas do país: o Petróleo e a Amazônia. Presidiou e orientou várias organizações patrióticas como a "Liga Antifascista da Tijuca", " Liga pela Emancipação Nacional" e "Centro de Defesa do Petróleo e da Economia Nacional". Foi um dos líderes da Campanha "O Petróleo é Nosso", organizando reuniões promovendo o monopólio do petróleo em sua casa. Por essa razão ficou conhecido como o "General do Petróleo".
General Leônidas Cardoso, defensor do monopólio estatal do petróleo e um dos grandes líderes da campanha “O petróleo é nosso”, pelo monopólio estatal, pai de FHC. Ele era um "talibã"? afirma Brizola Neto em seu blog.
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