domingo, 6 de junho de 2010

A Bomba do Irã ????

Produtores de petróleo, milhoões de barris por dia em 2008:

1. Arábia Saudita (OPEP) 10,782
2. Rússia 9,790
3. Estados Unidos 8,514
4. Irã (OPEP) 4,174
5. República Popular da China 3,973
6. Canadá 3,350
7. México 3,186
8. Emirados Árabes Unidos (OPEP) 3,046
9. Kuwait (OPEP) 2,741
10. Venezuela (OPEP) 2,643
11. Noruega 2,466
12. Brasil 2,402
13. Iraque (OPEP) 2,385
14. Argélia (OPEP) 2,180
15. Nigéria (OPEP) 2,169


Exportações de petróleo, por país.
1. Arábia Saudita (OPEP) 8,406
2. Rússia 6,874
3. Emirados Árabes Unidos (OPEP)2,521
4. Irã (OPEP)2,433
5. Kuwait (OPEP)2,390
6. Noruega 2,246
7. Angola (OPEP) 1,948
8. Venezuela (OPEP) 1,893
9. Argélia (OPEP) 1,888
10. Nigéria (OPEP) 1,883
11. Iraque (OPEP) 1,769
12. Líbia ¹(OPEP) 1,597
13. Cazaquistão 1,185
14. Canadá 1,089
15. Qatar (OPEP) 1,085

Maiores consumidores de petróleo
Fonte: Departamento de Estatística dos E.U.A..
Valores de consumo em 2008, em milhões de barris por dia:
1. Estados Unidos 19,498
2. República Popular da China 7,831
3. Japão 4,785
4. Índia 2,962
5. Rússia 2,916
6. Alemanha 2,569
7. Brasil 2,485
8. Arábia Saudita (OPEP) 2,376
9. Canadá 2,261
10. Coreia do Sul 2,175
11. México 2,128
12. França 1,986
13. Irã (OPEP) 1,741
14. Reino Unido 1,710
15. Itália 1,639

Valores de Importação em 2008, em milhões de barris por dia:

Importações de petróleo, por país.
1. Estados Unidos 10,984
2. Japão 4,652
3. República Popular da China 3,858
4. Alemanha 2,418
5. Coreia do Sul 2,144
6. Índia 2,078
7. França 1,915
8. Espanha 1,534
9. Itália 1,477
10. Taiwan 0,939
11. Singapura 0,925
12. Países Baixos 0,891
13. Bélgica 0,706
14. Turquia 0,629
15. Tailândia 0,572

As 20 maiores reservas de petróleo do mundo
Fonte: Portal de notícias na internet - 14 de abril de 2008
Valores de Reservas em 2007, em bilhões de barris de óleo equivalente:


As 20 maiores reservas de petróleo do mundo.
1. Arábia Saudita¹ 264,3
2. Irã¹ 137,5
3. Iraque¹ 115,0
4. Kuwait¹ 101,5
5. Emirados Árabes Unidos 97,8
6. Venezuela¹ 80,0
7. Rússia 79.5
8. Líbia¹ 41,5
9. Cazaquistão 39,8
10. Nigéria¹ 36,2
11. Estados Unidos 29,9
12. Canadá 17,1
13. República Popular da China 16,3
14. Qatar¹ 15,2
15. México 12,9
16. Argélia¹ 12,3
17. Brasil² 12,2
18. Angola¹ 9,0
19. Noruega 8,5
20. Azerbaijão 7,0

O Brasil e a Energia Nuclear é Soberania!!!!

A energia nuclear e a soberania nacional
A concordância do Brasil com a assinatura de um Protocolo Adicional ao Tratado de Não Proilferação Nuclear permitiria que inspetores da AIEA, sem aviso prévio, inspecionassem qualquer instalação industrial brasileira que considerassem de interesse, além das instalações nucleares (inclusive as fábricas de ultracentrífugas) e do submarino nuclear, e tivessem acesso a qualquer máquina, a suas partes e aos métodos de sua fabricação, ou seja, a qualquer lugar do território brasileiro, quer seja civil ou militar, para inspecioná-lo, inclusive instituições de pesquisas civis e militares. O artigo é de Samuel Pinheiro Guimarães.
Samuel Pinheiro Guimarães (*)
O acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera provoca o aquecimento global e suas catastróficas conseqüências. Cerca de 77% desses gases correspondem a CO2, dióxido de carbono, resultado inevitável da queima de combustíveis fósseis para gerar energia elétrica e para movimentar indústrias e veículos, desde automóveis a aviões e navios. Esta é a base da economia industrial moderna, desde a construção de uma máquina a vapor, capaz de girar uma roda, em 1781, por James Watt.

A redução das emissões de dióxido de carbono é essencial para impedir que a concentração de gases, que hoje alcança 391 partículas por milhão, ultrapasse 450 ppm. Este nível de concentração corresponderia a um aumento de 2ºC na temperatura, um limiar hoje considerado como o máximo tolerável, devido ao degelo das calotas polares e ao aquecimento dos oceanos - o que, ao ocorrer de forma gradual e combinada, levaria à inundação das zonas costeiras de muitos países, onde vivem cerca de 70% da população mundial.

Todavia, desde a assinatura do Protocolo de Quioto, em 1997, que estabeleceu metas para 2008-2012 de redução dessas emissões a níveis 5% inferiores àqueles verificados em 1990, a emissão de gases de efeito estufa aumentou. 70% da energia elétrica nos Estados Unidos é gerada por termoelétricas a carvão e gás; 50% da energia elétrica produzida na Europa é gerada por termoelétricas a carvão e a gás; 80% da energia elétrica chinesa tem como origem termoelétricas a carvão.

Em grande medida, a solução da crise ambiental depende, assim, da transformação radical da matriz energética, em especial das usinas de geração de eletricidade de modo a que venham a utilizar fontes renováveis de energia. Muitos dos países que são importantes emissores de gases de efeito estufa que teriam de transformar suas matrizes energéticas (responsáveis por 70% das emissões desses gases), não têm recursos hídricos suficientes (China, Índia, Europa etc.) ou não têm capacidade para gerar energia eólica e solar economicamente - fontes que, por serem intermitentes (a usina eólica funciona, em média, 25% do tempo e a solar somente durante período do dia) não asseguram continuidade de suprimento e nem sua energia pode ser armazenada. Mesmo a produção econômica de energia a partir da biomassa (etanol) se aplicaria mais à substituição de gasolina e diesel em veículos do que à produção de energia elétrica.

Resta, portanto, a energia nuclear como solução viável para a geração de energia elétrica em grande escala, uma vez que estão superados os problemas ambientais e de segurança. A energia nuclear, que hoje responde por 20% da energia elétrica produzida nos Estados Unidos; 75% na França; 25% no Japão e 20% na Alemanha, é produzida, como se sabe, a partir do urânio. Patrick Moore , fundador do Greenpeace, foi enfático ao declarar: “a energia nuclear é a única grande fonte de energia que pode substituir os combustíveis fósseis.”

81% das reservas de urânio conhecidas se encontram em seis países. O Brasil tem a 6ª maior reserva de urânio do mundo, tendo ainda a prospectar mais de 80% do seu território. A estimativa é de que o Brasil pode vir a deter a terceira maior reserva do mundo. Cinco companhias no mundo produzem 71% do urânio. O urânio na natureza se encontra em um grau de concentração de 0,7%. Para ser usado como combustível esse urânio tem de ser minerado, beneficiado, convertido em gás, enriquecido a cerca de 4%, reconvertido em pó e transformado em pastilhas, que é a forma do combustível utilizado nos reatores.

Esse processo industrial é extremamente complexo e apenas oito países do mundo detém o conhecimento tecnológico do ciclo completo e a capacidade industrial para produzir todas as etapas do ciclo. Um deles é o Brasil. O Brasil combina, assim, a posse de reservas substanciais, e potencialmente muito maiores, com o conhecimento tecnológico e a capacidade industrial além de deter a capacidade industrial que permitiria produzir reatores.

Apesar da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) prever um crescimento moderado da demanda por urânio enriquecido, o fato é que países como a China e a Índia precisarão de instalar capacidade extraordinária de usinas não poluentes para aumentar a oferta de energia elétrica sem aumentar de forma extraordinária suas emissões de CO2. A China planeja aumentar sua capacidade instalada total de geração de energia elétrica em 100.000 MW por ano, o que equivale a toda a atual capacidade brasileira.

Caso os países desenvolvidos não aumentassem sua produção industrial e pudessem assim ser mantidos os atuais níveis de geração de eletricidade e, portanto, de emissão de gases, e os grandes países emergentes também não aumentassem suas emissões atuais de gases (e, portanto, mantivessem sua produção atual, com crescimento econômico zero) o nível de limiar do aumento de temperatura, 2ºC seria atingido muito antes do previsto - e até ultrapassado.

Assim, é urgentemente necessário diminuir a emissão de gases de efeito estufa e, ao mesmo tempo, manter o crescimento econômico/social elevado para retirar centenas de milhões de seres humanos da situação abjeta de pobreza em que vivem. Isto só é possível através da geração de energia elétrica a partir do urânio. Para gerar 1Kw de energia elétrica, uma usina a carvão gera 955 gramas de CO2; uma usina a óleo 818 g; uma usina a gás gera 446 g e a usina nuclear 4 g (quatro!) de CO2.

Oa grandes países produtores de energia, portanto, terão de mudar sua matriz energética, cuja base hoje são combustíveis fósseis, para utilizar combustíveis renováveis e não-fósseis como a energia nuclear - única que atende aos requisitos de regularidade, de suprimento, de economia e de localização flexível. Mas os extraordinários interesses das grandes empresas produtoras de petróleo, de gás e de carvão dos países que detém as principais jazidas desses combustíveis fósseis - carvão (Estados Unidos e China); gás (Rússia e EUA); e petróleo (Arábia Saudita, etc. - e os custos, difíceis de exagerar, de transformação de suas matrizes energéticas e de seus hábitos de consumo, tendem a influenciar as considerações dos técnicos que elaboram aquelas estimativas conservadoras da Agência Internacional de Energia – AIE, que prevêem o contínuo uso de combustíveis fósseis e um pequeno aumento de demanda por energia nuclear nos próximos anos.

Apesar de tudo, a deterioração das condições climáticas e fenômenos extremos farão com que a urgência de medidas de reorganização econômica se imponham, inclusive pela pressão dos cidadãos sobre os governos, apesar da contra-pressão dos interesses das mega-empresas. Assim, apesar daquelas estimativas modestas, o mercado internacional para urânio enriquecido será extremamente importante nas próximas décadas, caso se queira evitar catástrofes climáticas irreversíveis.

Certas iniciativas dos países nucleares, a pretexto de enfrentar ameaças terroristas, podem afetar profundamente as possibilidades de participação do Brasil nesse mercado. Tais iniciativas se caracterizam por procurar concentrar nos países altamente desenvolvidos a produção de urânio enriquecido e de impedir sua produção em outros países, em especial naqueles que detêm reservas de urânio e tecnologia de enriquecimento. Em outros países, que são a maioria, o tema não tem importância, e serve apenas para criar meios de pressão sobre os primeiros. Isto afeta diretamente o Brasil, do ponto de vista econômico e de vulnerabilidade política.

Por outro lado, esses países procuram restringir por todos os meios a transferência de tecnologia, procuram impedir o desenvolvimento autônomo de tecnologia e procuram conhecer o que os demais países estão fazendo, sem revelar o que eles mesmos fazem. O Protocolo Adicional aos Acordos de Salvaguarda com a AIEA, previstos pelo TNP (Tratado de Não Proliferação) é um instrumento poderoso, em especial naqueles países onde há capacidade de desenvolvimento tecnológico - caso do Brasil. Onde não há essa capacidade não tem o Protocolo qualquer importância, nem para os que dele se beneficiam (os Estados nucleares) nem para aqueles que a suas obrigações se submetem (os Estados não-nucleares que não detêm urânio, nem tecnologia, nem capacidade industrial e que são a maioria esmagadora dos países do mundo).

A concordância do Brasil com a assinatura de um Protocolo Adicional ao TNP permitiria que inspetores da AIEA, sem aviso prévio, inspecionassem qualquer instalação industrial brasileira que considerassem de interesse, além das instalações nucleares (inclusive as fábricas de ultracentrífugas) e do submarino nuclear, e tivessem acesso a qualquer máquina, a suas partes e aos métodos de sua fabricação, ou seja, a qualquer lugar do território brasileiro, quer seja civil ou militar, para inspecioná-lo, inclusive instituições de pesquisas civis e militares. Ora, os inspetores são formalmente funcionários da AIEA, mas, em realidade, técnicos altamente qualificados, em geral nacionais de países desenvolvidos, naturalmente imbuídos da “justiça” da existência de um oligopólio nuclear não só militar, mas também civil, e sempre prontos a colaborar não só com a AIEA, o que fazem por dever profissional, mas também com as autoridades dos países de que são nacionais.

O Protocolo Adicional e as propostas de centralização em instalações internacionais da produção de urânio enriquecido são instrumentos disfarçados de revisão do TNP no seu pilar mais importante para o Brasil, que é o direito de desenvolver tecnologia para o uso pacífico da energia nuclear. Esta foi uma das condições para o Brasil aderir ao TNP, sendo a outra o desarmamento geral, tanto nuclear como convencional, dos Estados nucleares (Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra), como dispõe o Decreto legislativo 65, de 2/7/1998: “a adesão do Brasil ao presente Tratado está vinculada ao entendimento de que, nos termos do artigo VI, serão tomadas medidas efetivas visando à cessação, em data próxima, da corrida armamentista nuclear, com a completa eliminação das armas atômicas”.

Todavia, desde 1968, quando foi assinado o TNP, os Estados nucleares, sob variados pretextos, aumentaram suas despesas militares e incrementaram de forma extraordinária a letalidade de suas armas não só nucleares como convencionais e assim, portanto, descumpriram as obrigações assumidas solenemente ao subscreverem o TNP. Agora tentam rever o Tratado para tornar a situação deles ainda mais privilegiada, com poder de arbítrio ainda maior, enquanto a situação econômica e política dos países não nucleares fica ainda mais vulnerável diante do exercício daquele arbítrio.

Ao contrário da maior parte dos países que assinaram o Protocolo Adicional, o Brasil conquistou o domínio da tecnologia de todo o ciclo de enriquecimento do urânio e tem importantes reservas de urânio. Só três países - Brasil, Estados Unidos e Rússia - têm tal situação privilegiada em um mundo em que a energia nuclear terá de ser a base da nova economia livre de carbono, indispensável à sobrevivência da humanidade. Aceitar o Protocolo Adicional e a internacionalização do enriquecimento de urânio seria, assim, um crime de lesa-pátria.

(*) Ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos.

Agora o IRÃ!!! Porque????

AGORA O IRÃ !!!! PORQUE SERÁ !!!! TEM DUVIDA!!!
Já não chega as MORTES, REFUGIADOS e PROSTITUIÇÃO, Mr. Obama e Ms. Clinton?? Quem agora mais vidas dos CACHORROS do DESERTO?? É como eles tratam as PESSOAS do ORIENTE- MÉDIO !!! Agora querem o IRÃ por caso de BOMBA e as que lançaram nos outros???? Não conta???? A VERDADE É O PETROLEO DO IRÃ A 2ª MAIOR RESERVA DO MUNDO... 1º Arabia Saudita 264 bilhões de barris, 2º Irã 137 Bi , 3º Iraque 115 bi, é mole e querem mais!!!! Eles tem a 11º com 29,9 bi, logo acaba e como fica para movimentar seus arsenais de Guerra.
IRAQUE ?????? MORTES !!!!
Estudos de 2006 da Escola de saúde pública John Hopkins Bloomberg estimou que mais de 601.000 iraquianos morreram em atos de violência desde a invasão norte-americana e que menos de um terço dessas mortes resultaram de ações da coligação. O Alto Comissariado da ONU para refugiados e o governo iraquiano estimam que mais de 365.000 iraquianos foram deslocados desde o ataque à mesquita de al-Askari, elevando o número total de refugiados iraquianos a 1,6 milhões.
Uma pesquisa da Opinion Research Business (ORB) conduzida entre 12 e 19 de Agosto de 2007 estimou 1.220.580 mortes violentas devidas à guerra no iraque (entre 733.158 e 1.446.063). De uma amostra nacional de 1499 iraquianos adultos, 22% tinham um ou mais membros da sua família mortos devido à guerra (margem de erro de aproximadamente +/-2,4%). A ORB afirmou que 48% tinham morrido devido a uma ferida provocada por um disparo de uma arma de fogo, 20% por carros bomba, 6% em resultado de um acidente e 6% devido a outro tipo de explosão ou atentado.
O Estudo Lancet das baixas da Guerra do estimou 654.965 mortes iraquianas (entre 392.979 e 942.636) entre Março de 2003 e o fim de Junho de 2006. Esse número total de mortes (todos iraquianos) inclui todas as mortes em excesso devidas à insegurança, degradação de infaestruturas, piores cuidados de saúde, etc, e inclui civis, militares e insurgentes. 601.027 formam mortes violentas (31% atribuídas à coligação, 24% a outros e 46% são desconhecidas as causas). Uma cópia do certificado de morte estava disponível para uma grande proporção das mortes referidas (a 92 por cento dessas famílias foi pedido que conseguissem um).
E 2006 a ONU descobriu que foram relatadas 34.452 mortes civis violentas por hospitais e autoridades municipais iraquianas .
Refugiados iraquianos
O Alto Comissário das Nações Unidas para os refugiados estimou em 2007 que 2,2 milhões de iraquianos tinham fugido para países vizinhos e 2 milhões estavam deslocados internamente. Pensa-se que 40% da classe média iraquiana fugiu, disseram as Nações Unidas.
Muitas das mulheres iraquianas fugidas do Iraque estão a recorrer à PROSTITUIÇÃO, somente na Síria estima-se que 50.000 mulheres e raparigas iraquianas, muitas dela viúvas, são forçadas à prostiuição para sobreviver. Prostitutas iraquianas baratas ajudaram a fazer da Síria um destino popular para turistas sexuais .
Abusos dos direitos humanos:

a tortura e abuso de prisioneiros na prisão de Abu Ghraib
uso de fósforo branco no Iraque
os assassinatos de Haditha, de 24 civis em Haditha, incluindo mulheres e crianças (sob investigação)
o incidente de Ishaqi (assassinato de 24 civis em Ishaqi, incluindo 5 crianças) (sob investigação)
o incidente de Hamadiya (rapto de assassinato de um iraquiano chamado Hasshim Ibrahim Awad) (sob investigação)
o incidente de Mahmudiya (a violação e assassinato sw uma rapariga de 14 anos e o assassinato da sua família, em Mahmudiya) (condenado a prisão perpétua)
o massacre da boda (bombardeamento e alvejar de 42 civis em Mukaradib) (sob investigação)
controvérsia sobre se foi usada força desproporcionada durante os assaltos da coligação e das forças governamentais (maioritáriamente xiitas e curdas) no bastião da insurgência sunita de Falujá em 2004. As mortes (tanto de combatentes como de civis) foram estimadas às centenas, e grande parte da cidade ficou destruída.
AFEGANISTÃO !!!!
As mortes de civis (2001-2003)
De acordo com Jonathan Steele do Jornal The Guardian, até 20 mil afegãos podem ter morrido em consequência dos primeiros quatro meses de ataques aéreos no Afeganistão pelos Estados Unidos.
Estima-se que 1.700 pessoas foram mortas em 2005, segundo contagem da Associated Press, incluindo civis, insurgentes e membros das forças de segurança. Cerca de 600 policiais foram mortos entre Karzai eleição Hamid como presidente do Afeganistão no início de dezembro de 2004 e meados de Maio de 2005
Um relatório da Human Rights Watch disse que 4,4 mil afegãos foram mortos em 2006, mais de mil deles civis. Some 2,077 militants were killed in Coalition operations between September 1 and December 13. Algumas 2.077 militantes foram mortos em operações de coligação entre 1 de Setembro e 13 de dezembro.
Mais de 7.700 pessoas foram mortas em 2007, incluindo: 1.019 policiais no Afeganistão , 4.478 militantes, 1.980 civis e 232 soldados estrangeiros, o professor Marc W. Herold da Universidade de New Hampshire estima que em 2007, entre 5.700 e 6.500 civis afegãos foram mortos até agora na guerra pelos militares americanos.
A Missão da ONU ( UNAMA ) informou que 2.118 civis foram mortos como resultado do conflito armado no Afeganistão em 2008,
E em 2.412 civis mortos pela guerra em 2009, um salto de 14% sobre o número que perderam suas vidas em 2008, e um adicional de 3.566 civis afegãos foram feridos.